Farmacêuticos são incluídos na Classificação Brasileira de Ocupações

Farmacêuticos são incluídos na Classificação Brasileira de Ocupações A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) é uma publicação brasileira que classifica as diversas atividades dos trabalhadores do País, nos mais diferentes setores de atividade, tanto do setor público como privado. No dia 31 de janeiro de 2013,...
Farmacêuticos são incluídos na Classificação Brasileira de Ocupações

A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) é uma publicação brasileira que classifica as diversas atividades dos trabalhadores do País, nos mais diferentes setores de atividade, tanto do setor público como privado. No dia 31 de janeiro de 2013, o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou uma atualização da CBO, incluindo os profissionais farmacêuticos.

Para a diretora de organização sindical da Fenafar, Debora Melecchi, a medida contribui para a valorização do profissional farmacêutico. “Ao descrever as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro, a CBO gera visibilidade dos profissionais, e portanto, atua no sentido de valorização ao identificar e reconhecer sua importância para a sociedade”.

A revisão contou com a inclusão e exclusão de 60 ocupações, famílias ocupacionais e sinonímias. O arquivo passa a conter agora 2.619 ocupações. Clique aqui para conferir.

 

A atualização e modernização do CBO se devem às profundas mudanças ocorridas no cenário cultural, econômico e social do País nos últimos anos, implicando alterações estruturais no mercado de trabalho. Portanto, retrata a realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro.

No CBO as profissões são catalogadas e numeradas e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) retira dados dessa para confeccionar o Código Internacional de Ocupação.

Além disto, a CBO é utilizada pelos diversos atores sociais do mercado de trabalho e tem relevância para a integração das políticas públicas dos Ministérios do Trabalho e Emprego e Ministério da Previdência Social. 

 

São os farmacêuticos ocupando seu lugar no mercado de trabalho.

 

Da redação da Fenafar